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Centro Metropolitano recebe prêmio por “visão e ousadia” no 22º Master Imobiliário

Centro Metropolitano recebe prêmio por “visão e ousadia” no 22º Master Imobiliário

Uma festa para 1.200 pessoas no Clube Monte Líbano, em São Paulo, marcou ontem a entrega do 22º Prêmio Master Imobiliário, oferecido pelo Sindicato da Habitação (Secovi) e pelo capítulo brasileiro da Federação Internacional Imobiliária (Fiabci). A Carvalho Hosken levou o prêmio "Visão e ousadia na viablização do Centro Metropolitano" na categoria Profissional. No total, foram distribuídos 18 prêmios, nas categorias "empreendimento" e "profissional". O presidente da Carvalho Hosken, Carlos Carvalho, recebeu a honraria das mãos de Romeu Chap, ex-presidente da Fiabci-Brasil e do Secovi-SP e integrante do conselho das duas entidades.

Desde sua criação, em 1985, o Master Imobilário já reconheceu 358 cases de sucesso. Em 2015, a Carvalho Hosken ganhou o prêmio hors-concours, pelo conjunto de sua obra, e, em especial, pelo desenvolvimento urbano que promove desde os anos 1970 na região da Barra da Tijuca.

Desta vez, o Master Imobiliário destacou o Centro Metropolitano, uma área de quatro milhões de metros quadrados onde já estão em pleno funcionamento o Hotel Hilton Barra Rio de Janeiro, o Shopping Metropolitano e o Universe Empresarial, um complexo de salas e escritórios. Em seu plano piloto, de 1969, Lucio Costa previa que essa região iria se tornar a nova centralidade do Rio de Janeiro.

"O prêmio mostra que é certo desenvolver tal centralidade, como preconizado por Lúcio Costa ao elaborar o plano de ocupação dessa parte da cidade", afirma o presidente da Carvalho Hosken.

Com ruas e avenidas mais largas do que o padrão carioca - variam entre 25 e cem metros - o Centro Metropolitano é um bairro planejado com a proposta de reunir moradia, trabalho e lazer em um mesmo lugar. Até agora, a Carvalho Hosken já desenvolveu 175 mil metros quadrados de áreas urbanas, 65 mil metros quadrados de ruas e avenidas pavimentadas, 78 mil metros quadrados de jardins, quatro quilômetros de redes de água potável, três quilômetros de redes de esgoto e sistema de iluminação pública em LED.

"Projetos estão sendo desenhados e a concretização depende da retomada econômica do mercado", diz Carlos Carvalho.

Para o presidente da Carvalho Hosken, o legado da Rio 2016 também é fundamental para desenvolver a região que, carinhosamente, Lucio Costa tratava como o "novo coração" da cidade. A implantação das vias de BRT - Transolímpica, Transoeste e Transcarioca - e a chegada do metrô à Barra da Tijuca criaram novos eixos de mobilidade.

"Sem as Olimpíadas, essa infraestrutura não seria feita em menos de 30 anos", destaca o empresário.

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